De teísta a ateu, sem deixar um só elo daquelas correntes inteiro

Por Sergio Viula


Sinto-me privilegiado por poder conversar com tanta gente através dos meus canais nas redes sociais (www.facebook.com/sergio.viula) e no meu blog (www.foradoarmario.net). Graças a essas tecnologias, muitas pessoas entram em contato querendo desabafar sobre sua transição do teísmo para o ateísmo. Elas falam sobre seus questionamentos e receios e sobre dúvidas em relação a certos aspectos da religião ou mesmo do ateísmo. Sempre cresço com essas interações. Essa semana, mais de uma pessoa trocou ideias comigo sobre esses temas através do chat do Facebook. Porém, uma das conversas mais extraordinárias que tive foi com Israel Russo, organizador de O Mundo de Is. Essa conversa foi dividida em dois dias e entrou pela madrugada.


Israel é um jovem amazonense cuja sensibilidade e inteligência são admiráveis. Ávido leitor, ele devora as letras que falam sobre ateísmo, ciência, entre outros temas. Já trocamos muitas figurinhas pelas redes sociais. Essa semana, ele decidiu fazer uma entrevista comigo, via chat do Facebook, mas não para pedir orientação ou desabafar, como os casos aos quais me referi antes. O que ele tinha em mente buscar era mais informações sobre minha visão a respeito do ateísmo, das religiões e da vida de um modo geral. Sua intenção era publicar essa conversa noMundo de Is – o que ele acaba de fazer.
Apesar das respostas condensadas ao máximo, a entrevista não é curta. Também não posso dizer que seja superficial. Procuramos colocar nela o essencial, com linguagem bem acessível e com exemplos de fácil compreensão.
Portanto, o texto da Coluna do Viula deste domingo vai ser simplesmente um convite. E esse convite é para que você, querido leitor ou querida leitora, dê uma passadinha no Mundo de Is e leia a entrevista na íntegra. Se curtir o conteúdo, compartilhe, para que mais gente tenha acesso a essas informações. Talvez, muitos dos que costumam ler essa coluna não imaginem (talvez, sim) que tipos de dramas passam as pessoas que ainda não conseguiram livrar suas mentes definitivamente das cadeias religiosas com as quais se acostumaram a conviver. Espero que essa entrevista colabore para a travessia de muitos para fora das masmorras dos dogmas religiosos e para a superação de seus efeitos colaterais, mesmo que seja apenas com mais uma gotinha de ceticismo.
VEJA A ENTREVISTA AQUI:
Leia esse texto como se fosse um bate-papo entre amigos.
Bom domingo e boa semana para todos e todas!

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